Quando vi estas andorinhas na revista adorei e pensei, hei-de fazer algo onde as possa bordar. E aqui está, mais um colete. A parte da costura fez a minha mãe.
creio nos anjos que andam pelo mundo, creio na deusa com olhos de diamantes, creio em amores lunares com piano ao fundo, creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes;
creio num engenho que falta mais fecundo de harmonizar as partes dissonantes, creio que tudo é eterno num segundo, creio num céu futuro que houve dantes,
creio nos deuses de um astral mais puro, na flor humilde que se encosta ao muro, creio na carne que enfeitiça o além,
Comprei este caderninho, que trago sempre comigo, para anotar o que é preciso.
Retirei a espiral e pintei o desenho num pedaço de tecido cru. Seguidamente forrei as capas com o tecido pintado, e com um furador pequeno, fiz novamente os furos. Seguidamente voltei a colocar a espiral.
É com alguma tristeza que venho fazer esta mensagem, pois no fim de semana, a Vileda teve um aborto e perdeu toda a ninhada. Foi complicado pois esteve em trabalho de parto sábado e domingo, mas enfim...
Quando vi este saco na loja pensei, é o ideal para colocar uma turma de testes, enquanto se corrige. O risco encontrei na net, e as cores foram escolhidas ao acaso.
E voila! Já está a ter uso, tenho outro entre mãos, quando o acabar coloco aqui.