As tunicas, manto e coberta do menino Jesus, são em tecido.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Presépio (III)
Queridas amigas, seguidoras e visitantes,
Hoje não venho mostrar algo pronto, mas sim pedir a vossa ajuda e sugestões, para um dilema, que já dura há cerca de cinco anos, altura em que adquiri este presépio.
Aproximando-se a época natalícia, penso, é desta que vou pintar o presépio? E depois vêm as indecisões: deixo ficar assim, pinto, não, não pinto, vou deixá-lo branco, e se não gosto depois de pronto(?), (posso sempre fazer como a Cidinha, que muda o seu Papai Noel, pintando-o de novo, como me confidenciou), e tem sido assim, estes natais todos desde aí.
Qual é a vossa opinião? Se tivessem um presépio assim como este como faziam? Aceito sugestões!
Cá fico à espera dos vossos comentários e todos eles serão bem vindos.
Beijos a todas.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Pai Natal
Quem me conhece, sabe bem, que adoro a época natalícia, e tenho muitos enfeites de Natal, alguns pintados/feitos por mim e outros que fui adquirindo ao longo dos anos.
A figura do Pai Natal, abunda pelos quatro cantos da casa. Tenho alguns, de vários tamanhos, e este que vos trago hoje, não consegui acabar o ano passado, pelo que este ano vai estrear-se cá em casa.
Ele é de gesso, e depois de dar-lhe uma base, fui pintando à medida que vinha a inspiração, e aqui está o resultado final.
Presépio (II)
Alguns dos enfeitos de Natal, que já tenho de anos anteriores, só ontem tive acesso a eles, visto que estão em caixas, juntamente com a árvore, bolas, iluminação etc.
Ontem, ao fim de muitos anos, tive entre mãos a tarefa: fazer a árvore de Natal, a qual era alegremente desempenhada pelas filhas. Com a malta a estudar, atirei-me a este trabalho de bom grado, para assim fazer-lhes uma surpresa quando vierem de férias.
De maneira que, hoje o meu post é totalmente dedicado a isto.
Depois de montada a árvore, experimento sempre todas as lampadas e só depois as coloco, não vá acontecer alguma estar avariada e depois teria que a tirar, o que dá trabalho. Tento esconder o mais possível os fios, para não se verem, porque o que se vai ver, é somente as lampadas quando estiverem acesas.
De seguida começo por pendurar as bolas por tamanho, das maiores para as mais pequenas.
Caso haja fios, estes são colocados em último lugar, que não é o meu caso.
Este presépio é de marfinite e já o pintei há alguns anos. Usei só quatro cores, creme, laranja, verde e castanho. No final todas as peças levaram uma patine dourada.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Dia Nacional da Divulgação Cientifica
Hoje, dia 24 de Novembro comemora-se o dia Dia Nacional da Divulgação Cientifica, cujo objectivo é aproximar a comunidade cientifica dos cidadãos comuns, através da divulgação do seus trabalhos cientificos junto do público.
Neste sentido, trago-vos hoje um poema de um cientista português Rómulo de Carvalho, cujo pseudónimo é António Gedeão.
António Gedeão foi professor de Fisica-Quimica, escreveu o poema, a Pedra Fiolosofal , editado no livro, Movimento Perpétuo em 1956. Mais tarde em 1969 , Manuel Freire pegou neste poema, transformando a sua canção, num sucesso.
Leiam o poema e a seguir vejam o vídeo da canção.
Pedra Filosofal
Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam.
em bebedeiras de azul.
Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.
Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel.
base, fuste, capitel,
arco em ogiva vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara negra, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
cabo da Boa Esperança,
ouro canela marfim,
bastidor, paço de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra som, televisão,
desembarque em foguetão,
na superfície lunar.
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que o homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança
Caixinha de costura II
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Botinha de Natal
Dia Mundial da Filosofia
Não quis deixar de registar o Dia Mundial da Filosofia, que hoje dia 18 de Novembro se comemora, e para isto, nada melhor que deixar aqui, algumas frases de grandes filosofos:
«O estudo da Filosofia não só nos ajuda a pensar claramente sobre os nosssos preconceitos como ajuda a clarificar de forma precisa aquilo em que acreditamos»
Nigel Warburton
«A vida só pode ser entendida olhando para trás. Mas pode ser vivida olhando para a frente».
S.Kierkegaard
«O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz».
Aristóteles
«Não é permitido irritarmo-nos com a verdade».
Platão
«Saber o que é correcto e não o fazer é falta de coragem».
Confúcio
«Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida».
Sócrates
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Árvore de Natal
Tinha umas argolas de cortinado, na cor pinho, que não deitei para o lixo, pensando que podia um dia, dar-lhes alguma utilidade, e aqui está!
Tive que as lixar, e pintei-as de branco.

Peguei em fio e fui juntando uma a uma, mas para que ficassem perfeitas, tive que as unir em três pontos.

Tive que as lixar, e pintei-as de branco.
Peguei em fio e fui juntando uma a uma, mas para que ficassem perfeitas, tive que as unir em três pontos.
Depois de pronta, é só decorar a gosto. Usei estes minúsculos motivos de Natal.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Diário com caixinha
A C. é uma miúda linda, mas muito reguila! Gosta de jogar à bola com os rapazes e coisas cor-de-rosa, com fitinhas, laçinhos ou bordadinhos, nem pensar (só tem 8 anos).
Daí que, foi tarefa que deu que pensar, como forrar o diário, além do mais, porque tinha que ter fechadura, para o mano mais velho não ter tentações de ir ler o que ela escreve.
Procurei, procurei e encontrei esta caixinha, que até poderia colocar a foto dela!!
A caixa já forrada;
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Esculturas de bebés
Conhecem a artista Camille Allen? Ela é conhecida internacionalmente, pelo seu trabalho com esculturas de bebés em miniatura. O tamanho destes, varia entre os 3,8 e 5,7 cm. Ela faz um trabalho espectacular. Se quiserem apreciar este maravilhoso trabalho, com estas ternuras, clique aqui. Ninguém ficará indiferente às imagens.

Presépios ( I )
Certo dia fui fazer uma formação para Mangualde, e num intervalo do almoço, fui com a O. e a H. dar uma volta e descobrimos um lojinha de artesanato, onde vendiam vários bonecos como estes, mas estes por serem os mais pequenos e alusivos ao Natal, não resisti em trazê-los, e é claro, que logo me surgiria a ideia de, o que fazer com eles.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Tutorial - Saquinho de Natal
Este tipo de saquinho tem uma particularidade muito interessante, pois depois de pronto, o lado do avesso fica igual ao lado do direito.
Poderemos colocá-lo na mesa de Natal, com bombons de chocolate, com avelãs, com nozes, etc.
Vamos pois aprender a fazê-lo.
1º Passo:
Corte duas tiras 48 x 12 cm de estopa e duas tiras 48 x 16 cm no tecido de Natal (neste caso optei pelo tecido com o boneco Gingerbread, que gosto muito);
2º Passo:
Prenda com alfinetes direito com direito, uma fita de cada padrão, e coza;
3º Passo:
Coza as quatro tiras, e seguidamente passe a ferro para abrir a costura e assim ficar perfeito do lado direito;
Ficará assim.
Volte a colocar alfinetes e coza por fim a última tira, ficando com um género de perna de umas calças;
Passe esta última costura a ferro também.
5º Passo:
Levante uma beira, como se fosse fazer a bainha a umas calças;
como mostra a figura seguinte.
6º Passo:
Una as duas extremidades com alfinetes, tendo o cuidado de juntar as tiras do mesmo pardrão, senão ficarão desencontradas.
Volte para a máquina de costura e passe um pesponto em toda a volta do saco. Tenha em atenção, que nesta fase ainda não fizemos o fundo do saco;
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